Superdotação não tem CID porque é um constructo intelectual e não é uma síndrome ou um transtorno.
Já o autismo e o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) têm CID porque são considerados transtornos do neurodesenvolvimento que podem impactar significativamente a vida das pessoas que os apresentam.
Essas condições envolvem padrões de comportamento, comunicação e interação social que podem ser diagnosticados e tratados. A inclusão no CID permite que profissionais de saúde reconheçam, classifiquem e ofereçam intervenções adequadas para ajudar as pessoas a lidar com esses desafios.
Além disso, ter um código CID facilita a pesquisa, a coleta de dados epidemiológicos e o acesso a serviços de saúde e apoio, como terapias e acompanhamento adequado de acordo com as necessidades educacionais.







